Tempo, tempo, mano velho

– Vem cá, Fefê, meu nenezão.
– Mas Nani, eu tenho 5 anos!
– É? Você tá velho então!
– Não tô! Você que é velha. Quantos anos você tem?
– Vinte. Eu já vivi várias vezes cinco anos.
– Uaaaaau! Vinte é dois, zero e zero, não é?
– Ô, menos aí! Tô velha mas nem tanto. Agora vem aqui pra eu te cutucar.
– Não vou, você tá usando a minha colher sem pedir.
– Mas quando eu era pequena, ela era minha. Eu não posso usar mais só porque cresci um pouco?
– Não, adulto não pode usar colher de criança!

Mal sabe ele que de adulto não tenho quase nada.
E não fez sentido, mas essa música tava na minha cabeça.

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2 Comentários

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2 Respostas para “Tempo, tempo, mano velho

  1. Quem nos dera não fôssemos tão adultos como nós exigimos de nós mesmos que sejamos…

    Bjs!!

  2. Fazia um tempão que não escutava Pato Fu. Tipo, 10 anos. Gostei do link.

    Eu também adoro meus priminhos e priminhas.

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